sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ciclovias em Curitiba

A prefeitura de Curitiba anunciou para esse mês um projeto chamado "Circuito Ciclofaixa" e isso tem causado um monte de polêmica, porque do jeito que o projeto foi apresentado, ele se parece mais como uma ação de mídia, do que algo em benefício da população! O blog  Ir e Vir de Bike traz um pouco da discussão a respeito. Já que o assunto gira em torno de ciclovias (de lazer principalmente), achei o momento apropriado para publicar algumas fotos sobre o tema, e que estavam no meu celular esperando uma oportunidade como essa. Ei-las:





Pena eu não ter as fotos do trecho Opera de Arame/Tingui, onde a ciclovia foi destruida por uma obra! Aliás... pelo traçado da obra, parece que vão diminuir o tamanho das calçadas que já não eram tão largas assim, forçando pedestres e ciclistas a se espremerem (se é que vão refazer a ciclovia lá!).

sábado, 15 de outubro de 2011

Curitiba - Estrada da Limeira - Garuva

Feriado dia 12 de outubro se aproximando e aquela vontade de fazer um pedal 3d! Quase desisti ao ver a previsão de tempo, que não era das melhores, mas o Pedro me convenceu a fazer o pedal proposto por ele, e que ainda era inédito pra nós: descer a 277, pegar a estrada da limeira e ir até Garuva. Acertamos os últimos detalhes na véspera e combinamos de sair de Curitiba as 7h da manhã. Saímos de Curitiba com um tempo bem fechado, mas não estava muito frio, e nem chovendo. No percurso até o pedágio um sol fingiu que ia sair, mas ficou por isso mesmo, e voltou a ficar bem nublado. Coloquei um corta-vento e toca descer a serra em velocidade!



Chegamos na entrada de Morretes um pouco antes das 10h, e paramos para fazer um lance num posto de gasolina, já que não sabiamos o que iríamos encontrar na Limeira. Um pouquinho mais de asfalto e logo chegamos na entrada da estrada. Mesmo antes de entrar nela, já era possível ver o estrago que a chuvas haviam causado na região: várias partes dos morros carecas por causa de deslizamentos! O pedal pela Limeira é bem agradável. Cruzamos vários rios (alguns com pontes improvisadas, e outros sem ponte, como o abaixo), subimos a única serra do percurso, que tem uma inclinação meio forte, mas com um pouco de paciência não é difícil de vencer os ~5km de subidas. Curtimos a merecida decida da serra e encontramos alguns ciclistas de Curitiba no caminho. Voltamos a encontrar o grupo inteiro na parada para o "almoço" no boteco as margens do rio Canasvieira.


Saindo do boteco o caminho é praticamente plano até Garuva. E no caminho ainda passamos por essa ponte pensil:




O trecho até Garuva, apesar de não ser curto, é tranquilo de fazer, tanto que mal percebemos quando passamos dos 100km percorridos.  E o tempo feio acabou nos ajudando, pois não choveu, não estava um sol de rachar na cabeça e a temperatura estava agradável. O único "problema" que enfrentamos no caminho foi a corrente da minha bike que arrebentou um link. Mas foi facilmente remendada com um power link que eu havia levado.
Chegamos em Garuva com 133km percorridos. Trocamos a camiseta, fizemos mais um lanchinho na rodoviária e logo encostou chegou um ônibus Catarinense que nos levaria de volta para Curitiba.

Track aqui.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Setembro / Joaquina

Mais um mês, e com poucas oportunidades de pedal (saldo do mês: 408km). Em parte porque tirei alguns dias de férias e viajei (sem bike!). Mas com direito a um pedal de encerramento do mês em Floripa. Sexta-feira, compromissos encerrados, e tarde livre. Como eu estava ali pela beira-mar, dei um pulinho na loja do Della (que organiza os Audax de Floripa), deixei o carro por lá e saí para pedalar.

A idéia era ir até a lagoa e dar uma volta por lá. A subida do morro que separa a Trindade da lagoa foi mais tranquila do que eu esperava. É inclinado, mas curto. Uma fotinha lá em cima para registrar e sigo ladeira abaixo.





Cheguei na lagoa, e para esticar um pouco o passeio resolvi ir até a praia da Joaquina. Pena que só tem um caminho para ir/voltar de lá. Saindo da Joaquina contornei a lagoa pela parte sul, subi novamente o morro e cheguei na beira-mar. Para esticar um pouco a quilometragem, segui pela beira-mar até o túnel e retornei para o carro. Pedalzinho de 56km sem grandes dificuldades (praticamente só o morro!).

sábado, 10 de setembro de 2011

Graciosa (de novo...)

Parece que tem pedal que a gente faz para provar que consegue, e depois repete para provar que memória de ciclista é uma droga mesmo*... depois de um tempo a gente lembra só da parte legal e esquece o cansaço, as dores, os perrengues, etc. Na verdade tem outra explicação também: como em todo esporte de "endurance", todo esporte aeróbico e de longa duração, o praticante acaba ficando viciado na endorfina que o corpo produz. Bom, o fato é que eu já tinha feito esse pedal: 277, desce o Anhaia, Morretes, sobe Graciosa, trilha do alemão, Dom Pedro, Quatro Barras e Curitiba. E na primeira vez já tinha sido bem pesado. Pois bem, repeti!(tá... foi menos difícil).

O feriado de 7 de setembro seria em Curitiba, então comecei a programar com Fabricio (ex-estagiário, não o Souza) alguns pedais por aqui. O tempo atrapalhou e deixamos de fazer um dos programados (Lapa, vai continuar no To Do), mas o da Graciosa saiu. Ele não tinha feito esse pedal ainda, e como ele tinha feito recentemente Serra do Rio do Rastro / Morro da Igreja (SC), acho que estava empolgado com pedais "altimétricos" :-).

O pedal ficou dentro do programado. Saímos de Curitiba as 8:20h  e encaramos a 277. O tempo estava nublado, como previsto, mas não choveu. Também não estava muito frio, então foi tranquilo. Fizemos uma paradinha rápida no posto da polícia, e tocamos até a descida do Anhaia. Outra paradinha rápida para descer os selins, e fomos pirambeira abaixo. Não tardou chegar em Morretes, e às 11:30h já estávamos no restaurante para bater um barreado (com moderação). Ficamos ainda algum tempinho na pracinha de bobeira, e saímos de morretes num horário que eu tinha imaginado: 1h da tarde.

Em uns 40/50 minutos chegamos no começo da Graciosa. Marcha leve, uma música no headphone para animar, paciência e toca morro acima. Já escolado da outra vez, sabia que tinha ter paciência, onde ficava pior, onde parar, etc. Até que fizemos poucas paradas, 2 apenas, uma para um gaterode, e outra para uma água. Assim, sem pressa, vencemos a Graciosa em algo em torno de 1h30m. Mas o desafio ainda estava por vir. Não... a Graciosa é "tranquilo", o problema é depois, ou seja: Dom Pedro.

(subindo a Graciosa, foto Fabricio Dyck)

(tradicional foto do mirante, crédito: Fabricio Dyck)

Saindo do Mirante pegamos a trilha do alemão, que não é mais uma "trilha" e sim quase uma auto-estrada. Parece que passaram o trator nela, e a alargaram. Não me surpreenderia se a asfaltassem.. Saindo da "trilha" alcançamos a Dom Pedro II (Já é Dom Pedro II ali?), que agora está praticamente toda asfaltada. Tá um tapete, deve virar playground dos speedeiros. E aí que eu fui me lembrando como ela era longa, e como tem subida, e como depois dos 100km vc começa a cansar exponencialmente. Ajudou um pouco o fato de eu já estar preparado "psicologicamente" para isso, mas a realidade sempre é um pouco pior :-). Chegamos em Quatro Barras e fomos direto para uma panificadora para repor a glicose! O Fabricio aproveitou para trocar um pneu furado por um espinho (de madeira?!).

("trilha" do alemão. Tem parte que tem o dobro dessa largura! Foto: Fabricio Dyck)

O trajeto Quatro Barras - Curitiba foi no automático, e até que as subidas não chegaram a ser terríveis. Cheguei em casa por volta das 19h, com 139.45km rodados em pouco mais de 8h de pedal. Vou precisar de mais alguns meses até esquecer as partes ruins e fazer de novo :-). Track aqui.

* ficaria mais legal dizer "tem pedal que vc faz para provar que consegue, e depois repete para provar que é burro" :-).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Novidades de Agosto (Giant)

Faz algum tempo que eu estava pensando em o que fazer com a Kona, já que tanto o bike fit, quanto minha pouca experiênca, indicavam que o quadro estava grande pra mim (56cm, eu deveria usar 52!). Então comecei a pesquisar alternativas e acabei retornando para uma que eu inicialmente havia descartado: outra Giant. Pesquisei um pouco, barganhei com o Hunger, e acabei comprando uma Seek 2. Apenas o quadro me interessava, então fiz praticamente um "transplante" completo da Kona para a Giant, ou seja, rodas, freios, pedivela e o Alfine 11 foram para a Giant, e as peças da Giant foram para a Kona. O resultado final da Giant foi esse:


 

Ela acabou ficando mais "city" do que a Kona, mas continua andando bem. Talvez uma mesa mais longa deixe ela um pouco mais "racing"... algo para ser investigado :-).
Quanto ao mês de agosto em si: choveu um bocado! Mas apesar disso consegui fechar com 484km.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Faxina

Fazia ja algum tempo desde o ultimo pedal "3d" (> 100km), e eu já estava me coçando para fazer um. Este pedal estava originalmente programado para uma semana atras, mas não rolou. Dessa vez decidimos fazer mesmo com a previsão do tempo não muito favorável. Domingo frio e nublado, mas sem previsão de chuva.

Logo na hora de sair vi que a bike que eu ia usar estava com o pneu traseiro furado! Droga... Esse pneu continental dá um trabalho danado para trocar porque entra muito justo na roda, e quebrei uma espátula na tentativa (tá... Era uma zefal...).

Fomos, eu e o Fabricio, até a Jusita (Campo Largo) de carro e lá reforçamos o café da manhã. Iniciamos o pedal em direção ao Itambé, e descemos a estrada da jazida até chegarmos na estrada da Faxina. Seguimos por ela até São Luís do Purunã, e de lá continuamos em direção a pousada Cainaã, evitando assim um bom trecho de BR.

Cruzamos a BR para pegar outra estrada rural em direção ao destino do almoço: o café colonial na Witmarsum!
 

  Alguns (muitos?) pães e bolos depois pegamos a estrada novamente, mas dessa vez saímos da colônia pela estrada que vai para Palmeiras. Seguimos nela até a 376, e após uns poucos km de 376, voltamos para as estradas rurais, seguindo o caminho para o canion do amola faca. 
  
Após descer o canion pegamos o asfalto e seguimos até Campo Largo (com direito a um pequeno desvio involuntario, que nos fez andar uns km a mais). Nessa altura do pedal ja estávamos bem cansados e começou a esfriar bastante. Mas conseguimos retornar ao carro e fechar o pedal com 120km!
As poucas fotos ficaram por conta de eu ter esquecido a máquina em casa, e tirar com o celular não é muito prático. Track aqui.

p.s. Essa foi a primeira tentativa de fazer um post através de um ipad... não deu muito certo :-(, mas eu aprendo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Julho

Mais um mês... infelizmente sem grandes novidades. Alguns pedais repetidos, uma semana viajando a trabalho, e o resultado foram 477km apenas esse mês. Esse mês eu também colecionei algumas fotos pelas ciclovias:

  
Possivelmente a idéia original da foto era dizer que o sujeito usou o ônibus, mas serve pros ciclistas também :-). Eu havia gostado tanto dessa placa que nem tinha reparado na "audácia" dos publicitários!!!  Vejam que legal, fazer proganda e ensinar português ao mesmo tempo: separação de sílabas com direito a dígrafo. Poderiam ter separado "ca-sa" também. Enquanto isso em outro canto da cidade:


Que tal "grilar" metade da ciclovia? Possivelmente a legislação deve permitir isso, mas não deixa de ser uma "puta falta de sacanagem" :-).